(…) provou que (o prazer) é um presente da divindade, ‘pois – dizia – o homem não pode dar a si próprio nem sensações nem ideias, recebe tudo; a dor e o prazer lhe vêm...
—Voltaire -
An opportunity fordoing an injury happens a hundred times a day, hut for doing good not once a year,” says Zoroaster.
(…) era uma vez um grão de areia que se lamentava de ser um átomo ignorado do deserto; ao final de alguns anos tornou-se diamente (…). Essas palavras me deixaram impressionado; eu era o grão...
Foi (de Zoroastro) que as nações herdaram este grande princípio: É preferível arriscar-se a salvar um culpado que condenar um inocente.
A oportunidade de fazer o mal aparece cem vezes por dia e a de fazer bem, uma vez por ano, diz Zoroastro.
Os maus – respondeu Jesrad (um anjo) – são sempre infelizes: servem para pôr à prova um reduzido número de justos espalhados sobre a terra e não há mal do qual não resulte um bem.
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