oh, a medonha coragem dos que vão arrancando de si, dia a dia, a doçura da saudade do que passou, o encanto novo da esperança do que há-de vir, e que serenamente, desdenhosamente, sem saudades...
—Florbela Espanca
Amo todos os sonhos que se calamDe corações que sentem e não falam,Tudo o que é Infinito e pequenino!
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