Estamos num mundo de mortos, Vasco. Mortos a que se deu corda e fingem de vivos até que a corda pare. Mas esvaziados,secos, decompostos por dentro. Que ao menos a carne viva. Será por isso...
—Fernando Namora
Esfalfado, chegou ao cimo da lomba o autocarroda madrugada, anunciando o burburinho da rua, os pregões, o frenesi do tráfego que estremecia na ossatura das casas, o despertar fatigado das pessoas, que iam renovar a...
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